Uma nova pesquisa dá um alerta para mulheres com doença celíaca, uma intolerância ao glúten. Se o problema não for tratado, a menopausa pode chegar mais cedo, além da possibilidade de complicações na gravidez e problemas de fertilidade.
No entanto, se a doença for diagnosticada precocemente e for seguida uma rigorosa dieta, os resultados indicam que as mulheres enfrentarão a menopausa no mesmo período do que as que não apresentam a alergia ao glúten.
Em pessoas com a doença celíaca, o sistema imunológico reage ao glúten, proteína encontrada no trigo, cevada e centeio. Esses alimentos danificam o intestino delgado dessas pessoas, impedindo a absorção de nutrientes.
A doença celíaca pode ocasionar a diarréia crônica e, com isso, as pessoas afetadas perdem aminoácidos, vitaminas e minerais de grande importância para o funcionamento dos órgãos endócrinos, que produzem os hormônios.
Os níveis de estrogênio geralmente são mais baixos em mulheres com a doença celíaca. De acordo com uma nova pesquisa, além das mulheres com a doença terem a menopausa mais cedo, o tempo de vida fértil é mais curto do que em outras mulheres.
Os abortos e partos prematuros também são mais comuns em quem apresenta intolerância ao glúten. As mulheres com a doença celíaca tratada também apresentaram o problema, mas em menor grau.
O tratamento é baseado em uma dieta sem glúten, e com ele é possível uma melhora significativa na função reprodutiva das mulheres.
Se o diagnóstico da alergia ao glúten for feita cedo, pode-se atrasar a menopausa precoce. porém, é possível que muitas pessoas passem a vida com a doença, mas nunca cheguem a ser diagnosticadas.
Alguns sinais da doença celíaca são a anemia, a deficiência de ferro e sintomas gastrointestinais. Se notar algum desses sintomas, informe o médico e peça um exame. Com um teste simples é possível diagnosticar a doença, mantendo a fertilidade e a qualidade de vida.
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Análise de DNA pode salvar demônios da Tasmânia de câncer altamente mortal.
Nos últimos 15 anos, um câncer que se espalha por contato físico tem devastado os demônios da Tasmânia, animais que habitam a ilha australiana da Tasmânia.
Uma vez que um animal contrai a infecção, o que os cientistas acreditam que acontece quando eles mordem uns aos outros, os tumores crescem em seu rosto e pescoço, eventualmente levando o bicho a morte por fome. Uma infecção pelo câncer, conhecido como Tumor Facial Demoníaco, é 100% fatal.
Para evitar que os demônios sejam extintos, alguns pesquisadores estão mantendo certos animais seguros em cativeiro, enquanto o câncer segue seu curso na selva. Mais tarde, os animais protegidos poderiam restabelecer uma população selvagem.
Agora, o código genético de dois demônios da Tasmânia – apelidados de “Spirit” e “Cedric” – pode ajudar a preservar uma população desses grandes marsupiais carnívoros saudável.
A estratégia do cativeiro será mais eficaz se informações genéticas forem usadas para ajudar a selecionar os animais a serem salvos.
A variação genética é crucial para uma população saudável, porque permite que os organismos respondam melhor às ameaças, como doença ou mudança de habitat.
Os pesquisadores decifraram os genomas de dois demônios infectados pelo câncer. A partir dessas sequências genéticas, eles selecionaram 1.536 pontos em que uma variação no código genético ocorreu. Então, olharam para a variação nesses pontos em 175 demônios.
Esse processo deu-lhes um sentido de diversidade entre os animais. Para se ter uma ideia de como o DNA do demônio da Tasmânia mudou através do tempo, a equipe analisou algumas das mesmas variações genéticas em nove demônios preservados em museus, o mais antigo sendo de um século ou mais atrás – e concluiu que não há muita diferença entre eles.
Usando pistas do desenho genético dos demônios, os conservacionistas devem ser capazes de recriar uma população saudável de animais. Os pesquisadores sugerem que a gama de demônios pode ser dividida em até sete zonas e um número igual de demônios retirados de cada zona para garantir uma população saudável futura.
Embora não seja um fenômeno recente, a baixa diversidade entre os demônios pode desempenhar um papel no sucesso do câncer. Ao contrário de outros tipos de câncer, que derivam da proliferação descontrolada de células dentro de um organismo, esse tipo de câncer é como um transplante.
Em outros animais, o sistema imunológico reconheceria as células do tumor como “estranhas” e as atacariam. No entanto, como todos os demônios são tão geneticamente similares, os cientistas acreditam que seus organismos perderam essa capacidade.
Os pesquisadores também sequenciaram o genoma de um tumor encontrado em um dos dois demônios, Spirit. Eles descobriram que o tumor não compartilhou o genoma e, portanto, não era derivado de suas células. O outro demônio, Cedric, apresentou resistência a algumas cepas do câncer, mas acabou sucumbindo à doença.
Os 1.536 pontos analisados na pesquisa eram apenas marcadores, e não foram associados com características específicas dos demônios. Mais tarde, os cientistas querem refinar a análise e substituir esses marcadores com variações mais cuidadosamente escolhidas, incluindo algumas que poderiam estar associados com a resistência ao câncer.
Uma vez que um animal contrai a infecção, o que os cientistas acreditam que acontece quando eles mordem uns aos outros, os tumores crescem em seu rosto e pescoço, eventualmente levando o bicho a morte por fome. Uma infecção pelo câncer, conhecido como Tumor Facial Demoníaco, é 100% fatal.
Para evitar que os demônios sejam extintos, alguns pesquisadores estão mantendo certos animais seguros em cativeiro, enquanto o câncer segue seu curso na selva. Mais tarde, os animais protegidos poderiam restabelecer uma população selvagem.
Agora, o código genético de dois demônios da Tasmânia – apelidados de “Spirit” e “Cedric” – pode ajudar a preservar uma população desses grandes marsupiais carnívoros saudável.
A estratégia do cativeiro será mais eficaz se informações genéticas forem usadas para ajudar a selecionar os animais a serem salvos.
A variação genética é crucial para uma população saudável, porque permite que os organismos respondam melhor às ameaças, como doença ou mudança de habitat.
Os pesquisadores decifraram os genomas de dois demônios infectados pelo câncer. A partir dessas sequências genéticas, eles selecionaram 1.536 pontos em que uma variação no código genético ocorreu. Então, olharam para a variação nesses pontos em 175 demônios.
Esse processo deu-lhes um sentido de diversidade entre os animais. Para se ter uma ideia de como o DNA do demônio da Tasmânia mudou através do tempo, a equipe analisou algumas das mesmas variações genéticas em nove demônios preservados em museus, o mais antigo sendo de um século ou mais atrás – e concluiu que não há muita diferença entre eles.
Usando pistas do desenho genético dos demônios, os conservacionistas devem ser capazes de recriar uma população saudável de animais. Os pesquisadores sugerem que a gama de demônios pode ser dividida em até sete zonas e um número igual de demônios retirados de cada zona para garantir uma população saudável futura.
Embora não seja um fenômeno recente, a baixa diversidade entre os demônios pode desempenhar um papel no sucesso do câncer. Ao contrário de outros tipos de câncer, que derivam da proliferação descontrolada de células dentro de um organismo, esse tipo de câncer é como um transplante.
Em outros animais, o sistema imunológico reconheceria as células do tumor como “estranhas” e as atacariam. No entanto, como todos os demônios são tão geneticamente similares, os cientistas acreditam que seus organismos perderam essa capacidade.
Os pesquisadores também sequenciaram o genoma de um tumor encontrado em um dos dois demônios, Spirit. Eles descobriram que o tumor não compartilhou o genoma e, portanto, não era derivado de suas células. O outro demônio, Cedric, apresentou resistência a algumas cepas do câncer, mas acabou sucumbindo à doença.
Os 1.536 pontos analisados na pesquisa eram apenas marcadores, e não foram associados com características específicas dos demônios. Mais tarde, os cientistas querem refinar a análise e substituir esses marcadores com variações mais cuidadosamente escolhidas, incluindo algumas que poderiam estar associados com a resistência ao câncer.
Garota de (SP) que chora sangue será examinada hoje.
O mistério de uma garota que vive no interior de São Paulo e chora sangue pode estar perto de ser esclarecido. Débora Oliveira dos Santos, 17, vai ser examinada nesta quinta-feira (30) na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), na capital.
A história de Débora deixou intrigados médicos que a examinaram em Meridiano e São José do Rio Preto, cidades que ficam na região noroeste de São Paulo. Segundo a família, ela sangra pelos olhos toda vez que chora, fica nervosa ou ansiosa, desde os 14 anos de idade. “Não aguento mais essa situação”, disse a jovem.
De acordo com o clínico-geral Orlando Cândido Rosa Filho, que atendeu Débora em Meridiano (535 km de São Paulo) e a acompanha na consulta de hoje em São Paulo, glóbulos vermelhos são expelidos junto com as lágrimas quando a adolescente chora.
A hipótese de médicos é de que a garota tenha uma doença chamada coagulopatia, um distúrbio na coagulação do sangue, ou um problema emocional relacionado a uma agressão que ela sofreu de uma ex-patroa, quando era babá, em Cacoal, no Piauí.
A família de Débora é de Fortaleza. A garota e a mãe dela residem em Meridiano há dois meses. Elas se mudaram para a cidade, onde têm parentes, em busca de ajuda para os sangramentos, que também atingem a vagina, os ouvidos e o ânus.
“Ela era babá em uma casa e a mulher a espancava. Os médicos acreditavam que algum vasinho tinha estourado”, disse a prima Diana de Oliveira.
De acordo com a prima, como os médicos em Fortaleza não conseguiram descobrir as causas do problema, eles aconselharam a família a procurar ajuda em outras regiões ou mesmo fora do país.
Quando o pai de Débora morreu, a família chegou a achar que a garota ia morrer de hemorragia por causa da quantidade de sangue que expelia quando chorava.
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Mudanças nos planos de saúde.
60% dos usuários enfrentam problemas
A demora em conseguir atendimento em pronto-socorro, laboratório ou clínica é a queixa mais comum, apontada por 26% dos entrevistados. Quase 60% dos usuários de plano de saúde enfrentaram algum problema no serviço ofertado no último ano. Segundo revela pesquisa encomendada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) ao Instituto Datafolha, em segundo lugar, aparece a pouca opção de profissionais, hospitais e laboratórios credenciados (21%).
Além disso, 14% das pessoas ouvidas disseram que procuraram serviços do Sistema Único de Saúde (SUS) por negativa ou restrição de cobertura por parte do plano de saúde. "Essa pesquisa veio confirmar a insatisfação com os planos que já falamos há tempos", disse o vice-presidente do CFM, Aloísio Tibiriçá.
No entanto, 76% dos entrevistados afirmaram estar satisfeitos com os serviços. Para o vice-presidente, a satisfação dos usuários ocorre depois de terem sido atendidos pelos médicos. "Isso é depois que é atendido. O problema é chegar no médico, é o acesso", disse.
Perfil do plano
A pesquisa traz também um perfil sobre quem tem plano de saúde no país, grupo que soma mais de 45 milhões de brasileiros. Cada pessoa procura os serviços do plano, em média, sete vezes por ano. A maioria busca consulta médica ou exame de diagnóstico, como o de sangue ou raio-x. Os usuários mais frequentes são da Região Sudeste e das regiões metropolitanas das capitais. Em geral, o usuário tem alta escolaridade e renda familiar superior a três salários mínimos por mês.
O levantamento é divulgado um dia após a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) definir prazos que as operadoras dos planos terão de cumprir para atender os pacientes. Por uma consulta básica, o usuário deverá esperar, no máximo, sete dias úteis, por exemplo.
A resolução da ANS não garante que o usuário será atendido pelo médico de sua escolha, mas sim por qualquer profissional credenciado da mesma especialidade. As regras passam a valer em setembro. A operadora que descumprir estará sujeita a pagamento de multa ou auditoria da agência reguladora.
Ampliação da rede
Para o CFM, as normas da ANS somente serão cumpridas se a rede credenciada for ampliada. Entidades representativas dos planos de saúde afirmam que é viável atender os prazos estipulados pelo governo. Os médicos têm travado uma queda de braço com as operadoras por causa do valor pago pelas empresas aos profissionais credenciados. Em abril, a categoria paralisou, por 24 horas, o atendimento de rotina e as cirurgias marcadas para cobrar reajuste dos valores.[2]
A Agência Brasil procurou a Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), que representa 15 operadoras, para comentar o resultado da pesquisa e aguarda retorno. O instituto ouviu 2.061 pessoas em 145 municípios, nos dias 4 e 5 de abril deste ano. Do total de entrevistados, 545 afirmaram possuir plano de saúde.
JOVEM MORRE VITIMA DE DENGUE HEMORRÁGICA.
A adolescente Mariana Oliveira, 13 anos, morreu vítima de dengue hemorrágica e a família se diz inconformada com o fato. De acordo com a mãe da garota, houve negligência no atendimento do Hospital de Urgência de Sergipe (HUSE), onde Mariana estava internada desde a ultima quarta-feira.
Segundo relato feito pela mãe, Mariana chegou ao hospital na última quarta-feira (22), e no dia seguinte, quinta (23), o quadro clinico piorou. “Só quando minha filha piorou foi que recebeu atendimento de verdade, mas antes disso não houve preocupação. O diagnóstico já tinha saído e nada de atenção”, relatou a mãe revoltada.
A mãe da vítima ainda contou que durante o fim de semana, Mariana continuou a ter atendimento precário e mesmo tendo a morte sido causada por dengue hemorrágica, a família está inconformada. “Acredito que a morte poderia ter sido evitada se o atendimento fosse melhor”, reclamou a mãe de Mariana.
Remédio antiaids usado em países pobres causa envelhecimento precoce.
Pesquisadores afirmam que inibidores da transcriptase reversa causam danos ao DNA da mitocôndria, levando a doenças cardíacas e demência.
domingo, 26 de junho de 2011
Pesquisa: diabetes mais que dobra e afeta 347 mi no mundo.
O número de adultos com diabetes mais do que dobrou no mundo desde 1980. Atualmente são 347 milhões de pessoas com a doença, o que apontaria para o aumento dos custos para o tratamento. De acordo com uma pesquisa divulgada pela publicação científica The Lancet, uma equipe de pesquisadores internacionais que trabalham com a Organização Mundial de Saúde (OMS) descobriu que as taxas de diabetes aumentaram ou, no mínimo, permaneceram no mesmo índice em praticamente todas as partes do mundo nos últimos 30 anos.
O número estimado de diabéticos é maior do que as projeções, segundo as quais seriam 285 milhões em todo o planeta. O estudo constatou que há 347 milhões de diabéticos no mundo, dos quais 138 milhões vivem na China e Índia e outros 36 milhões nos Estados Unidos e Rússia. A diabetes mais comum, a do tipo 2, é fortemente associada à obesidade e vida sedentária.
"A diabetes está ficando mais comum em quase toda a parte do mundo", disse Majid Ezzati, do Imperial College London, na Grã-Bretanha, que liderou a pesquisa em parceria com Goodarz Danaei, da Harvard School of Public Health, nos Estados Unidos. "Se não desenvolvermos programas melhores para identificar pessoas com taxas elevadas de açúcar no sangue e ajudá-las a melhorar sua dieta, atividade física e controle de peso, a diabetes vai inevitavelmente continuar a representar um grande fardo para os sistemas de saúde de todo o mundo", acrescentou Danaei, em um comunicado conjunto.
As pessoas com diabetes têm controle inadequado de açúcar no sangue, o que pode provocar graves complicações como doenças cardíacas, derrames, danos aos rins e nervos e cegueira. Especialistas dizem que taxas elevadas de glicose no sangue causam cerca de 3 milhões de mortes em todo o mundo a cada ano, cifra que continuará a crescer à medida que aumentar a quantidade de pessoas com a doença.
O número de diabéticos se expandiu dramaticamente nas nações-ilha do Pacífico, que atualmente têm a maior proporção de pessoas com a doença. O estudo descobriu que nas Ilhas Marshall um terço de todas as mulheres e um quarto dos homens têm diabetes.
Entre os países ricos, a expansão foi maior na América do Norte e relativamente pequena na Europa Ocidental. Os níveis mais elevados de glicose e de diabetes estão nos Estados Unidos, Groenlândia (território da Dinamarca), Malta, Nova Zelândia e Espanha. Os mais baixos são os da Holanda, Áustria e França.
A região com os menores níveis de glicose é a África subsaariana, seguida do leste e sudeste da Ásia
O número estimado de diabéticos é maior do que as projeções, segundo as quais seriam 285 milhões em todo o planeta. O estudo constatou que há 347 milhões de diabéticos no mundo, dos quais 138 milhões vivem na China e Índia e outros 36 milhões nos Estados Unidos e Rússia. A diabetes mais comum, a do tipo 2, é fortemente associada à obesidade e vida sedentária.
"A diabetes está ficando mais comum em quase toda a parte do mundo", disse Majid Ezzati, do Imperial College London, na Grã-Bretanha, que liderou a pesquisa em parceria com Goodarz Danaei, da Harvard School of Public Health, nos Estados Unidos. "Se não desenvolvermos programas melhores para identificar pessoas com taxas elevadas de açúcar no sangue e ajudá-las a melhorar sua dieta, atividade física e controle de peso, a diabetes vai inevitavelmente continuar a representar um grande fardo para os sistemas de saúde de todo o mundo", acrescentou Danaei, em um comunicado conjunto.
As pessoas com diabetes têm controle inadequado de açúcar no sangue, o que pode provocar graves complicações como doenças cardíacas, derrames, danos aos rins e nervos e cegueira. Especialistas dizem que taxas elevadas de glicose no sangue causam cerca de 3 milhões de mortes em todo o mundo a cada ano, cifra que continuará a crescer à medida que aumentar a quantidade de pessoas com a doença.
O número de diabéticos se expandiu dramaticamente nas nações-ilha do Pacífico, que atualmente têm a maior proporção de pessoas com a doença. O estudo descobriu que nas Ilhas Marshall um terço de todas as mulheres e um quarto dos homens têm diabetes.
Entre os países ricos, a expansão foi maior na América do Norte e relativamente pequena na Europa Ocidental. Os níveis mais elevados de glicose e de diabetes estão nos Estados Unidos, Groenlândia (território da Dinamarca), Malta, Nova Zelândia e Espanha. Os mais baixos são os da Holanda, Áustria e França.
A região com os menores níveis de glicose é a África subsaariana, seguida do leste e sudeste da Ásia
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