Morreu ontem à noite o menino Patrick Hora Alves, de 10 anos, que recebeu transplante de coração. Patrick estava internado no Instituto Nacional de Cardiologia, na zona sul do Rio. O garoto morreu com falência de múltiplos órgãos, decorrente de uma infecção provocada por pneumonia. “É uma ferida que vai ficar até o dia em que o Pai me chamar para perto do meu filho. Ele foi muito guerreiro” - disse Luis Claudio Alves, pai de Patrick. O transplante de coração ocorreu no último dia 15. O menino recebeu o coração de uma diarista que teve morte cerebral. Patrick foi a primeira criança do Brasil a conviver com um coração artificial por cerca de 30 dias. Ele sofria de uma doença genética chamada miocardiopatia restritiva, que faz com que as paredes do ventrículo fiquem mais grossas e rígidas, dificultando o bombeamento de sangue.
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Café pode diminuir o risco de câncer de mama
As mulheres que bebem mais de cinco xícaras de café por dia podem reduzir o risco de desenvolver um tipo de câncer de mama, sugere nova pesquisa.
Pesquisas anteriores já haviam produzido resultados sobre o alto consumo de café e a diminuição do risco de câncer de mama, diz pesquisador Jingmei Li, PhD, do Karolinska Institutet, em Estocolmo.
Em sua nova pesquisa, ela descobriu que o consumo de café reduz o risco do desenvolvimento do câncer de mama em 20% - considerando a idade. "A redução de 20% no risco associados à ingestão de cinco ou mais xícaras de café por dia foi estatisticamente significativa apenas quando associada a idade", afirmou WebMD.
Quando ela levou em consideração outros fatores, como nível de escolaridade, consumo de álcool e uso de terapia hormonal encontrou uma redução de 57% no risco de se contrair câncer.
Um especialista dos EUA acha que mais estudos precisam ser feitos para se relacionar o consumo de café com a diminuição da incidência de câncer.
terça-feira, 10 de maio de 2011
Doenças psiquiátricas roubam mais anos de vida do brasileiro
Com mudanças no estilo de vida dos brasileiros, os transtornos psiquiátricos passaram a ocupar lugar de destaque entre os problemas de saúde pública do país.
De acordo com dados citados em uma série de estudos sobre o Brasil, publicada ontem no periódico médico "Lancet", as doenças mentais são as responsáveis pela maior parte de anos de vida perdidos no país devido a doenças crônicas.
Essa metodologia calcula tanto a mortalidade causada pelas doenças como a incapacidade provocada por elas para trabalhar e realizar tarefas do dia a dia.
Segundo esse cálculo, problemas psiquiátricos foram responsáveis por 19% dos anos perdidos. Entre eles, em ordem, os maiores vilões foram depressão, psicoses e dependência de álcool.
Em segundo lugar, vieram as doenças cardiovasculares, responsáveis por 13% dos anos perdidos.
Outros dados do estudo mostram que de 18% a 30% dos brasileiros já apresentaram sintomas de depressão.
Na região metropolitana de São Paulo, uma pesquisa, com dados de 2004 a 2007, mostrou que a depressão atinge 10,4% dos adultos.
Não é possível dizer se o problema aumentou ou se o diagnóstico foi ampliado, diz Maria Inês Schmidt, professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e uma das autoras do estudo.
Ela afirma também que são necessários mais estudos para saber de que forma o modo de vida nas cidades pode influenciar o aparecimento da depressão, além das causas bioquímicas.
No caso da dependência de álcool, no entanto, há uma relação com o estilo de vida, uma vez que pesquisas recentes do Ministério da Saúde apontam um aumento no consumo abusivo de bebidas.
De acordo com dados citados em uma série de estudos sobre o Brasil, publicada ontem no periódico médico "Lancet", as doenças mentais são as responsáveis pela maior parte de anos de vida perdidos no país devido a doenças crônicas.
Essa metodologia calcula tanto a mortalidade causada pelas doenças como a incapacidade provocada por elas para trabalhar e realizar tarefas do dia a dia.
Segundo esse cálculo, problemas psiquiátricos foram responsáveis por 19% dos anos perdidos. Entre eles, em ordem, os maiores vilões foram depressão, psicoses e dependência de álcool.
Em segundo lugar, vieram as doenças cardiovasculares, responsáveis por 13% dos anos perdidos.
Outros dados do estudo mostram que de 18% a 30% dos brasileiros já apresentaram sintomas de depressão.
Na região metropolitana de São Paulo, uma pesquisa, com dados de 2004 a 2007, mostrou que a depressão atinge 10,4% dos adultos.
Não é possível dizer se o problema aumentou ou se o diagnóstico foi ampliado, diz Maria Inês Schmidt, professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e uma das autoras do estudo.
Ela afirma também que são necessários mais estudos para saber de que forma o modo de vida nas cidades pode influenciar o aparecimento da depressão, além das causas bioquímicas.
No caso da dependência de álcool, no entanto, há uma relação com o estilo de vida, uma vez que pesquisas recentes do Ministério da Saúde apontam um aumento no consumo abusivo de bebidas.
Médicos são indiciados por lesão pela morte da menina Kamyle
Rio - Os médicos neurocirurgiões José Francisco Manganelli Salomão e Antônio Rosa Bellas, e a técnica de enfermagem Ana Maria Pimentel do Couto, foram indiciados nesta terça-feira, pelo delegado titular da 9ª DP (Catete) como autores do crime de lesão corporal culposa, em que foi vítima a recém-nascida Kamyle Victoria Nascimento Souza, no centro cirúrgico Fernandes Figueira. Ela teve a perna direita queimada por um bisturi eletro-eletrônico. A criança teve a perna amputada e morreu na última quinta-feira.
De acordo com o delegado, Pedro Paulo, os peritos criminais do Instituto de Criminalística Carlos Éboli ( ICCE) não encontraram defeito no funcionamento do bisturi utilizado na cirurgia e nenhuma irregularidade nas instalações no centro cirúrgico.Com base nos laudos, o delegado decidiu pelo indiciamento dos médicos e da enfermeira, encaminhando o caso ao 1º Juizado Especial Criminal (JECRIM), em Botafogo.Para o delegado a provável causa do acidente ocorrido durante a cirurgia foi falha humana.
Entenda o caso
A bebê de dois meses e meio faleceu nesta quinta-feira na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Sarapuí, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. A criança teve a perna direita amputada durante uma cirurgia na cabeça realizada no Instituto Fernandes Figueira, no Flamengo, na Zona Sul do Rio.
Kamyle, que nasceu com hidroencefalia (doença caracterizada pela presença de líquido cerebroespinhal onde deveriam ter se formado os hemisférios cerebrais), teve alta do hospital no dia 29 de abril e reagia bem ao tratamento. A mãe, Karen Caroline do Nascimento, informou que a menina havia tomado quatro vacinas e chegou a ter frebre alta durante a noite - com o medicamento, a febre baixou e ela melhorou. Mas tarde não resistiu.
A Secretaria de Saúde informou que a criança chegou à unidade sem vida. Os médicos ainda tentaram ressuscitar o bebê, mas nada foi possível. Karen afirmou ter sido um choque muito grande, pois ao acordar às 6h viu Kamyle 'durinha e roxinha'.
Kamyle teve a perna amputada devido a uma queimadura causada durante uma cirurgia na cabeça. Na operação realizada no último dia 1º, para colocação de uma válvula de drenagem desse líquido no crânio, a placa do bisturi elétrico teria caído sobre a perna do bebê, causando grave queimadura e comprometendo a circulação do sangue, o que obrigou a amputação do membro, na semana seguinte.
Um dia após a cirurgia onde o bebê teve a perna queimada foi registrada uma ocorrência de lesão corporal na 9ª DP (Catete). Dois médicos que participaram da cirurgia foram intimados a prestar depoimento.
De acordo com o delegado, Pedro Paulo, os peritos criminais do Instituto de Criminalística Carlos Éboli ( ICCE) não encontraram defeito no funcionamento do bisturi utilizado na cirurgia e nenhuma irregularidade nas instalações no centro cirúrgico.Com base nos laudos, o delegado decidiu pelo indiciamento dos médicos e da enfermeira, encaminhando o caso ao 1º Juizado Especial Criminal (JECRIM), em Botafogo.Para o delegado a provável causa do acidente ocorrido durante a cirurgia foi falha humana.
Entenda o caso
A bebê de dois meses e meio faleceu nesta quinta-feira na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Sarapuí, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. A criança teve a perna direita amputada durante uma cirurgia na cabeça realizada no Instituto Fernandes Figueira, no Flamengo, na Zona Sul do Rio.
Kamyle, que nasceu com hidroencefalia (doença caracterizada pela presença de líquido cerebroespinhal onde deveriam ter se formado os hemisférios cerebrais), teve alta do hospital no dia 29 de abril e reagia bem ao tratamento. A mãe, Karen Caroline do Nascimento, informou que a menina havia tomado quatro vacinas e chegou a ter frebre alta durante a noite - com o medicamento, a febre baixou e ela melhorou. Mas tarde não resistiu.
A Secretaria de Saúde informou que a criança chegou à unidade sem vida. Os médicos ainda tentaram ressuscitar o bebê, mas nada foi possível. Karen afirmou ter sido um choque muito grande, pois ao acordar às 6h viu Kamyle 'durinha e roxinha'.
Kamyle teve a perna amputada devido a uma queimadura causada durante uma cirurgia na cabeça. Na operação realizada no último dia 1º, para colocação de uma válvula de drenagem desse líquido no crânio, a placa do bisturi elétrico teria caído sobre a perna do bebê, causando grave queimadura e comprometendo a circulação do sangue, o que obrigou a amputação do membro, na semana seguinte.
Um dia após a cirurgia onde o bebê teve a perna queimada foi registrada uma ocorrência de lesão corporal na 9ª DP (Catete). Dois médicos que participaram da cirurgia foram intimados a prestar depoimento.
Um a cada sete derrames acontecem durante o sono
O derrame isquêmico é causado por um bloqueio no fluxo de sangue cerebral, geralmente causado por um coágulo e o tratamento deve ser administrado em até poucas horas após o aparecimento dos primeiros sintomas. "Quando a pessoa acorda por causa dos sinais do derrame, geralmente não recebe o tratamento adequado porque não sabemos precisar exatamente quando ele começou", disse Jason Mackey, coautor da pesquisa.
Quando o paciente procura o hospital em poucas horas após o início dos sintomas, os médicos administram uma droga chamada TPA que elimina o coágulo de sangue. Todavia, se passar muito tempo, o medicamento não pode ser usado, pois aumentaria a chance de uma hemorragia que pioraria o quadro do paciente. "Por isso é quase impossível usar tPA nos pacientes que acordaram com derrame e os danos cerebrais neles podem ser permanentes", explicou Byron K. Lee, professor associado da Universidade da Califórnia.
A principal recomendação médica é para que o paciente procure ajuda médica sempre que acordar com algum mal-estar, em especial se houver algum dos sintomas do AVC presente:
- Paralisia ou fraqueza na face ou membros, em especial em um único lado do corpo;
- Dificuldade súbita para andar ou manter o equilíbrio;
- Dificuldade súbita de enxergar;
- Fala enrolada;
- Confusão ou dificuldades para falar ou entender frases simples;
- Dor de cabeça severa e sem causa aparente.
Quando o paciente procura o hospital em poucas horas após o início dos sintomas, os médicos administram uma droga chamada TPA que elimina o coágulo de sangue. Todavia, se passar muito tempo, o medicamento não pode ser usado, pois aumentaria a chance de uma hemorragia que pioraria o quadro do paciente. "Por isso é quase impossível usar tPA nos pacientes que acordaram com derrame e os danos cerebrais neles podem ser permanentes", explicou Byron K. Lee, professor associado da Universidade da Califórnia.
A principal recomendação médica é para que o paciente procure ajuda médica sempre que acordar com algum mal-estar, em especial se houver algum dos sintomas do AVC presente:
- Paralisia ou fraqueza na face ou membros, em especial em um único lado do corpo;
- Dificuldade súbita para andar ou manter o equilíbrio;
- Dificuldade súbita de enxergar;
- Fala enrolada;
- Confusão ou dificuldades para falar ou entender frases simples;
- Dor de cabeça severa e sem causa aparente.
terça-feira, 3 de maio de 2011
O Cérebro Nosso de Cada Dia
Sinapses
A atividade elétrica de um neurônio, distribuída por seu axônio, pode se espalhar diretamente a neurônios vizinhos que tenham contato físico (e, portanto elétrico) com aquele neurônio. Isso acontece com bastante frequência no sistema nervoso durante a gestação. No entanto, a maioria dos neurônios no sistema nervoso da criança ou adulto não têm continuidade elétrica entre si: ao contrário, eles são separados por fendas, o que impede a passagem de eletricidade diretamente de um para o outro.O que permite que a atividade elétrica de um neurônio influencie a atividade elétrica do neurônio seguinte é a transmissão sináptica, o processo de transformação de um sinal elétrico em um sinal químico, e deste sinal químico de volta em um sinal elétrico - agora, no neurônio do outro lado da sinapse. A sinapse, portanto, é esse local onde a atividade de um neurônio é capaz de influenciar a atividade do outro neurônio.
Transmissão sináptica
No neurônio pré-sináptico (ou seja, o que transmite sinal), a chegada de um potencial de ação (o sinal elétrico) à extremidade do axônio provoca uma alteração em proteínas sensíveis à voltagem da membrana celular. Isso leva à entrada de cálcio no terminal pré-sináptico, o que por sua vez faz com que vesículas contendo substâncias químicas se fusionem com a membrana da célula, liberando seu conteúdo do lado de fora do terminal - ou seja, na fenda sináptica. Essas substâncias liberadas são os neurotransmissores, ou neuromoduladores, dependendo de sua ação sobre a célula pós-sináptica.A célula pós-sináptica (a que recebe sinais) possui receptores em sua membrana: proteínas que detectam a presença de neurotransmissores ou neuromoduladores e mudam sua forma como resultado, disparando assim mudanças químicas e/ou elétricas no neurônio pós-sináptico.No caso ilustrado, a ligação do neurotransmissor ao receptor faz com que este se abra, formando um canal na membrana do neurônio pós-sináptico, a abertura de vários canais ao mesmo tempo provoca uma modificação na voltagem do neurônio pós-sináptico que é propagada até o corpo da célula, onde fica o núcleo. Se um número suficiente de sinapses - de um só neurônio pré-sináptico, ou, mais comumente, de vários neurônios pré-sinápticos ao mesmo tempo - forem acionados e produzirem uma mudança grande o suficiente na voltagem da célula pós-sináptica, esta pode chegar a disparar potenciais de ação e, assim, passar o sinal adiante para outros. Ao mesmo tempo que a transmissão sináptica segue adiante do neurônio pós-sináptico, o neurônio pré-sináptico reconstrói suas vesículas sinápticas e as enche de novo, com neurotransmissor novo e também com as moléculas recolhidas (recaptadas) do espaço sináptico.Disso é feito o funcionamento do cérebro: da transmissão constante de sinais elétricos e químicos de um lado para outro. O que você faz, pensa ou sente a cada instante depende de quais neurônios estão mais ou menos ativos a cada instante.
domingo, 1 de maio de 2011
DIA DO TRABALHADOR - 1° de maio
Só o trabalho constrói. Todo o conforto de que a humanidade goza hoje em dia é fruto do trabalho de muitas pessoas, através de várias gerações.
Todo trabalho honesto dignifica, por mais humilde que seja. Quem faz do trabalho o seu maior prazer da vida, vê que só tem a lucrar, pois além de manter-se com orgulho e honestidade, não tem vontade nem tempo para a ociosidade, que quase sempre leva a maus hábitos.
O Dia do Trabalho é essencialmente importante, porque é nessa data que lembramos o esforço humano para modificar a natureza e explorá-la para o progresso da humanidade.
Todas as pessoas, cada uma na sua profissão, são igualmente necessárias. A comunidade depende tanto de engenheiros e médicos quanto de pedreiros, padeiros e agricultores.
No dia 1 de maio de 1886, em Chicago, grevistas entraram em choque com a polícia. Explodiu uma bomba e morreram quatro operários e sete policiais. Alguns líderes grevistas foram presos e executados no ano seguinte. Em junho de 1889, os socialistas reunidos em Paris, para fundar a II Internacional, aprovaram a resolução de consagrar o dia 1 de maio de todos os anos, como o Dia Internacional dos Trabalhadores, em memória das vítimas de Chicago. A iniciativa se propagou lentamente, a princípio encontrando resistência das autoridades, que perseguiam politicamente os manifestantes, mas aos poucos se consolidou. Hoje, sob a designação de DIA DO TRABALHO, são feitas comemorações em quase todos os países do mundo, com pequenas variantes quanto à data. O DIA DO TRABALHO, porém, só foi institucionalizado com o Estado Nôvo, em 1938, e declarado feriado nacional pelo governo do marechal Eurico Gaspar Dutra, com a Lei n. 662, de 6 de abril de 1949.
Nada mais justo do que lembrar nesse dia de todos aqueles que com seu trabalho constroem algo de bom para a Pátria e para a Humanidade.
Todo trabalho honesto dignifica, por mais humilde que seja. Quem faz do trabalho o seu maior prazer da vida, vê que só tem a lucrar, pois além de manter-se com orgulho e honestidade, não tem vontade nem tempo para a ociosidade, que quase sempre leva a maus hábitos.
O Dia do Trabalho é essencialmente importante, porque é nessa data que lembramos o esforço humano para modificar a natureza e explorá-la para o progresso da humanidade.
Todas as pessoas, cada uma na sua profissão, são igualmente necessárias. A comunidade depende tanto de engenheiros e médicos quanto de pedreiros, padeiros e agricultores.
No dia 1 de maio de 1886, em Chicago, grevistas entraram em choque com a polícia. Explodiu uma bomba e morreram quatro operários e sete policiais. Alguns líderes grevistas foram presos e executados no ano seguinte. Em junho de 1889, os socialistas reunidos em Paris, para fundar a II Internacional, aprovaram a resolução de consagrar o dia 1 de maio de todos os anos, como o Dia Internacional dos Trabalhadores, em memória das vítimas de Chicago. A iniciativa se propagou lentamente, a princípio encontrando resistência das autoridades, que perseguiam politicamente os manifestantes, mas aos poucos se consolidou. Hoje, sob a designação de DIA DO TRABALHO, são feitas comemorações em quase todos os países do mundo, com pequenas variantes quanto à data. O DIA DO TRABALHO, porém, só foi institucionalizado com o Estado Nôvo, em 1938, e declarado feriado nacional pelo governo do marechal Eurico Gaspar Dutra, com a Lei n. 662, de 6 de abril de 1949.
Nada mais justo do que lembrar nesse dia de todos aqueles que com seu trabalho constroem algo de bom para a Pátria e para a Humanidade.
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